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Mercados 01-Mar-2013



§ MERCADOS: ontem, os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em baixa depois de especulações dos analistas de que o Congresso não evitaria os cortes automáticos no orçamento desse país. O S&P 500 baixou 0,07% até 1.515 pontos, o Nasdaq 0,07% chegando a 3.160 pontos, e o Dow Jones 0,15% até 14.054. Antes da abertura do mercado, as cotações dos futuros desses índices abriram em baixa. Os investidores estão à espera de informações econômicas importantes e do que possa acontecer no Congresso.

§ ECONOMIA: o Departamento de Comércio dos Estados Unidos publicará hoje seu relatório mensal dos gastos com o consumo. Todos os analistas entrevistados pela Bloomberg News esperam um crescimento de 0,2% durante janeiro, o que seria o segundo mês consecutivo de aumentos. Este é um dado relevante já que o consumo representa cerca de 70% do PIB do país. Por outro lado, hoje também será divulgado pelo Instituto ISM o índice do setor industrial . Os economistas esperam que esse setor se expanda pelo terceiro mês consecutivo, até atingir uma leitura de 52,5 em fevereiro (cifras acima de 50 indicam expansão).

§ GOVERNO: hoje é a data limite para que o Congresso dos Estados Unidos evite os cortes automáticos de gastos – sequestration – de 1,2 trilhão de dólares durante a próxima dé cada. Os analistas especulam que as autoridades doparlamento não tomarão nenhuma resolução durante a jornada. Alguns legisladores, de todos os partidos, se reunirão hoje na Casa Branca com Barack Obama. O objetivo do presidente americano é tentar dar continuidade às negociações.No entanto, os líderes já disseram que isto não gerará um grande avanço no sentido de evitar que esta noite tais cortes sejam aplicados. Isto se soma ao que ocorreu ontem, a rejeição pelo Senado de propostas que tentavam substituir as reduções de gastos.

§ PARA ONDE OLHAR? Hoje na China soube-se que o crescimento do setor industrial diminuiu no mês passado. O dado oficial do Escritório Nacional de Estatísticas, mostrou que o índi ce PMI de atividade industrial caiu de 50,4 em janeiro para 50,1 em fevereiro. Os analistas esperavam uma leitura de 50,5 pontos. Por outro lado, o Escritório de Estatísticas da União Europeia informou que a taxa de desemprego do grupo de 17 países que faz parte da zona do euro atingiu um novo máximo em janeiro (11,9%). A exceção é a Alemanha, onde o desemprego caiu a seu patamar mais baixo em quase duas décadas. Isto melhorou a confiança dos consumidores na principal economia da Europa, e foi um dos fatores que mais incidiu para que as vendas no varejo de janeiro tivessem o maior aumento em mais de seis anos



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